Ao navegarmos na primeira página do Wikcionário somos guiados a conhecermos o maior dicionário disponível na Internet com mais de um milhão de verbetes. Após consulta a verbetes comuns no Maranhão inseri no referido ambiente a definição do verbete cuxá, visto que o mesmo ainda não se encontrava disponível. Então, o que se nota nesse ambiente é que usando da ferramenta Wiki o estudante é o responsável por sua criação, tornando-se autônomo e produtor de seus próprios textos, por isso, a tecnologia pode ser apontada como a principal ferramenta de apoio à aprendizagem do aluno no atual contexto.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
NAVEGANDO PELA WIKIPÉDIA
A pesquisa usando o site Wikipédia traz muitas informações, visto que no momento em consultei ao referido havia 719.357 artigos disponíveis em língua portuguesa. Buscando os recursos disponíveis na página recorri ao Wikcionário para pesquisar alguns termos referentes ao Maranhão, mas acabei por não encontrar verbetes como cuxá, cacuriá, terecô, tambor de crioula e mocotó, o que demonstra que mesmo diante do exorbitante número de informações e palavras disponíveis ainda faltam algumas a serem inseridas nos dicionários. Para completar a atividade foram pesquisadas as palavras abaixo:
Conceição do Lago-Açu – Município brasileiro do estado do Maranhão.
Tapioca – sf. 1. Alimento (beiju); 2. Alimento preparado com polvilho, sal e água.
Curimatá – sm. Espécie de peixe típico da região amazônica.
Biana – sf. Pequena embarcação.
Maranhão – Estado brasileiro localizado no oeste da Região Nordeste do Brasil; faz divisa com Piauí ao leste; Tocantins ao sul e sudoeste; Pará ao oeste; ao norte possui divisa com o Oceano Atlântico; sua capital é São Luís.
Bacaba – Palmeira nativa da Amazônia, presente também no Maranhão; seu nome científico é Oenocarpus bacaba.
São Paulo – Cidade de São Paulo, capital do Estado de São Paulo; maior cidade do Brasil.
Não foi possível encontrar todos os termos pesquisados, o que demonstra que os mesmos são verbetes regionalizados, ou seja, demarcam a presença da variação linguística regional, principalmente, no que se refere à culinária e cultura maranhense. Para melhorar os verbetes encontrados carecem de acréscimos na sua significação.
PLANEJANDO UMA ATIVIDADE COM HIPERTEXTO OU INTERNET
ESTADO DO MARANHÃO
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEDUC
UNIDADE REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE BACABAL
CENTRO DE ENSINO ESTADO DO CEARÁ
AUTOR
Rubenil da Silva Oliveira
ESTRUTURA CURRICULAR
Modalidade de ensino: Ensino médio regular
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Variação linguística, conceitos, classificação, análise e reflexão sobre as linguagens.
Série: 1ª Turmas: D, E e F Turno: Vespertino
Período: 03 a 07 de maio de 2012
O que o aluno poderá aprender com esta aula?
• Os fatores que influenciam as mudanças na língua materna: geografia, idade, sexo, situação social, grau de formalidade e história;
• As variações de registro na língua, também as variações na pronúncia e na sintaxe;
• A diferença entre os dialetos e os registros;
• Identificação do humor presente na linguagem do texto com variação geográfica regional.
Qual a duração das atividades?
5 aulas de 50 minutos.
Que conhecimentos prévios foram trabalhados pelo professor com o aluno?
• Demonstrar habilidades básicas de leitura e produção de síntese;
• Demonstrar habilidades básicas de comunicação e linguagem.
Que estratégias e recursos serão utilizados na aula?
• Leituras de textos e exercícios individuais e em grupo;
• Debate;
• Utilização do laboratório de Informática para pesquisa e leitura usando o computador;
AULA 1
Atividade 1
Para motivar a turma o professor levará os alunos para o laboratório de informática, onde os dividirá em grupos formados por três alunos por computador para a leitura da crônica “Antigamente”, de Carlos Drummond de Andrade, contida no site a seguir:
http://www.algumapoesia.com.br/drummond.htm
Depois de realizada a leitura da crônica os alunos deverão responder as seguintes questões:
1. Extrair do texto lido 10 palavras ou expressões usadas antigamente.
2. Reescrever as palavras usando o vocabulário atual.
3. Escrever um parágrafo comentando a importância da evolução da língua para a comunicação nas sociedades.
AULA 2
Atividade 1
O professor dará continuidade à aula usando o laboratório de informática, na oportunidade os alunos pesquisarão sobre as variações linguísticas em diversos sites e visitarão o site de vídeos do youtube para assistir a vídeos que tratem do tema em estudo. Os sites a serem visitados pelos alunos serão:
http://www.brasilescola.com/gramatica/variacoes-linguisticas.htm
http://educacao.uol.com.br/portugues/variacoes-linguisticas-o-modo-de-falar-do-brasileiro.jhtm
http://www.portugues.com.br/redacao/tipos-variacoes-linguisticas.html
http://www.youtube.com/watch?v=DRyCUu5lHiY
http://www.youtube.com/watch?v=EpoOylCsaWw&feature=related
Depois de concluída a leitura aos sites indicados para a pesquisa, responda ao que se pede nas questões a seguir.
1. O que são variações linguísticas?
2. Como se classificam as variações linguísticas?
3. Que são dialetos?
4. Que são registros?
5. Elabore um quadro-síntese com as principais diferenças entre as variações linguísticas estudadas.
AULA 3
Atividade 1
O professor levará os alunos para a sala de aula para que eles pesquisem sobre as gírias utilizadas no processo de comunicação nos seguintes sites:
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/giria.htm
http://www.cambalacho.com/2009/07/40-girias-antigas-que-cairam-em-desuso.html
http://vilamulher.terra.com.br/desvendando-as-girias-dos-adolescentes-8-1-57-33.html
http://www.youtube.com/watch?v=FRtr9oXVlPQ
Depois de concluída a leitura sobre as gírias, responda às questões abaixo.
1. O que são gírias?
2. Como surgiram as gírias?
3. Por que os adultos e idosos nem sempre conhecem as gírias usadas por jovens e adolescentes?
4. Faça uma lista com as gírias mais usadas onde você mora e na sua escola.
AULA 4
O professor irá orientar a leitura da atividade proposta no livro didático dos alunos para que os mesmos a respondam. Depois de concluída a etapa de resolução da atividade o professor irá postá-la no blog “Para escrever é só começar”. Na oportunidade, os alunos juntamente com o professor irão acessar o blog mencionado e verificarão a atividade, além de o professor ensiná-los como inserir os comentários nas atividades. O link para acesso ao blog é: http://rubenilportlit.blogspot.com.br/
Atividade 1
O texto de humor que segue foi veiculado na internet. Leia-o e responda às questões propostas. O link do texto na internet é:
http://aulasdelinguaportuguesaeliteratura.blogspot.com.br/2011/03/atividade-1-variacoes-linguisticas.html
1. O texto retrata várias cenas de assalto, cada uma delas situada em um Estado ou região diferente do país. A cada fala do assaltante tem sempre o mesmo conteúdo, enquanto o uso da linguagem e o modo como o assalto é conduzido mudam de uma situação para outra. Identifique em cada uma das cenas duas palavras ou expressões próprias do:
a) nordestino;
b) mineiro;
c) gaúcho;
d) carioca;
e) baiano;
f) paulista.
2. Além da linguagem, o texto também revela comportamentos ou hábitos que supostamente caracterizam o povo de diferentes Estados ou regiões. O que caracteriza, por exemplo:
a) o nordestino?
b) o baiano?
c) o paulista?
AULA 05
Atividade 1
Para a execução dessa atividade os alunos serão conduzidos ao laboratório de Informática e serão orientados a acessar o blog “Para escrever é só começar” e postar as respostas dadas às questões propostas na atividade da aula anterior na forma de comentários da postagem feita pelo professor.
AVALIAÇÃO
A avaliação será individual e processual, devendo observar a participação e o envolvimento dos alunos durante todas as aulas e as respostas dadas às atividades propostas durante as aulas.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEDUC
UNIDADE REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE BACABAL
CENTRO DE ENSINO ESTADO DO CEARÁ
PLANO DE AULA
AUTOR
Rubenil da Silva Oliveira
ESTRUTURA CURRICULAR
Modalidade de ensino: Ensino médio regular
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Variação linguística, conceitos, classificação, análise e reflexão sobre as linguagens.
Série: 1ª Turmas: D, E e F Turno: Vespertino
Período: 03 a 07 de maio de 2012
ESTRUTURA DA AULA
O que o aluno poderá aprender com esta aula?
• Os fatores que influenciam as mudanças na língua materna: geografia, idade, sexo, situação social, grau de formalidade e história;
• As variações de registro na língua, também as variações na pronúncia e na sintaxe;
• A diferença entre os dialetos e os registros;
• Identificação do humor presente na linguagem do texto com variação geográfica regional.
Qual a duração das atividades?
5 aulas de 50 minutos.
Que conhecimentos prévios foram trabalhados pelo professor com o aluno?
• Demonstrar habilidades básicas de leitura e produção de síntese;
• Demonstrar habilidades básicas de comunicação e linguagem.
Que estratégias e recursos serão utilizados na aula?
• Leituras de textos e exercícios individuais e em grupo;
• Debate;
• Utilização do laboratório de Informática para pesquisa e leitura usando o computador;
AULA 1
Atividade 1
Para motivar a turma o professor levará os alunos para o laboratório de informática, onde os dividirá em grupos formados por três alunos por computador para a leitura da crônica “Antigamente”, de Carlos Drummond de Andrade, contida no site a seguir:
http://www.algumapoesia.com.br/drummond.htm
Depois de realizada a leitura da crônica os alunos deverão responder as seguintes questões:
1. Extrair do texto lido 10 palavras ou expressões usadas antigamente.
2. Reescrever as palavras usando o vocabulário atual.
3. Escrever um parágrafo comentando a importância da evolução da língua para a comunicação nas sociedades.
AULA 2
Atividade 1
O professor dará continuidade à aula usando o laboratório de informática, na oportunidade os alunos pesquisarão sobre as variações linguísticas em diversos sites e visitarão o site de vídeos do youtube para assistir a vídeos que tratem do tema em estudo. Os sites a serem visitados pelos alunos serão:
http://www.brasilescola.com/gramatica/variacoes-linguisticas.htm
http://educacao.uol.com.br/portugues/variacoes-linguisticas-o-modo-de-falar-do-brasileiro.jhtm
http://www.portugues.com.br/redacao/tipos-variacoes-linguisticas.html
http://www.youtube.com/watch?v=DRyCUu5lHiY
http://www.youtube.com/watch?v=EpoOylCsaWw&feature=related
Depois de concluída a leitura aos sites indicados para a pesquisa, responda ao que se pede nas questões a seguir.
1. O que são variações linguísticas?
2. Como se classificam as variações linguísticas?
3. Que são dialetos?
4. Que são registros?
5. Elabore um quadro-síntese com as principais diferenças entre as variações linguísticas estudadas.
AULA 3
Atividade 1
O professor levará os alunos para a sala de aula para que eles pesquisem sobre as gírias utilizadas no processo de comunicação nos seguintes sites:
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/giria.htm
http://www.cambalacho.com/2009/07/40-girias-antigas-que-cairam-em-desuso.html
http://vilamulher.terra.com.br/desvendando-as-girias-dos-adolescentes-8-1-57-33.html
http://www.youtube.com/watch?v=FRtr9oXVlPQ
Depois de concluída a leitura sobre as gírias, responda às questões abaixo.
1. O que são gírias?
2. Como surgiram as gírias?
3. Por que os adultos e idosos nem sempre conhecem as gírias usadas por jovens e adolescentes?
4. Faça uma lista com as gírias mais usadas onde você mora e na sua escola.
AULA 4
O professor irá orientar a leitura da atividade proposta no livro didático dos alunos para que os mesmos a respondam. Depois de concluída a etapa de resolução da atividade o professor irá postá-la no blog “Para escrever é só começar”. Na oportunidade, os alunos juntamente com o professor irão acessar o blog mencionado e verificarão a atividade, além de o professor ensiná-los como inserir os comentários nas atividades. O link para acesso ao blog é: http://rubenilportlit.blogspot.com.br/
Atividade 1
O texto de humor que segue foi veiculado na internet. Leia-o e responda às questões propostas. O link do texto na internet é:
http://aulasdelinguaportuguesaeliteratura.blogspot.com.br/2011/03/atividade-1-variacoes-linguisticas.html
1. O texto retrata várias cenas de assalto, cada uma delas situada em um Estado ou região diferente do país. A cada fala do assaltante tem sempre o mesmo conteúdo, enquanto o uso da linguagem e o modo como o assalto é conduzido mudam de uma situação para outra. Identifique em cada uma das cenas duas palavras ou expressões próprias do:
a) nordestino;
b) mineiro;
c) gaúcho;
d) carioca;
e) baiano;
f) paulista.
2. Além da linguagem, o texto também revela comportamentos ou hábitos que supostamente caracterizam o povo de diferentes Estados ou regiões. O que caracteriza, por exemplo:
a) o nordestino?
b) o baiano?
c) o paulista?
AULA 05
Atividade 1
Para a execução dessa atividade os alunos serão conduzidos ao laboratório de Informática e serão orientados a acessar o blog “Para escrever é só começar” e postar as respostas dadas às questões propostas na atividade da aula anterior na forma de comentários da postagem feita pelo professor.
AVALIAÇÃO
A avaliação será individual e processual, devendo observar a participação e o envolvimento dos alunos durante todas as aulas e as respostas dadas às atividades propostas durante as aulas.
REFERÊNCIAS
CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português – Linguagens: Literatura, Produção de texto e Gramática. volume 1. 7. ed. reform. São Paulo: Saraiva, 2010.
CONCEITO DE HIPERTEXTO
Ao pesquisar o conceito de hipertexto o que mais me chamou atenção foi o conceito dado por Ferrari (2010, p. 66) ao afirmar que:
"O hipertexto pode ser definido também como um documento digital composto por diversos blocos de textos interconectados através de links, que possibilitam o avanço da leitura de forma aleatória. Na Web, cada endereço pode ser compreendido como um nó da rede, e os links podem remeter tanto para outras páginas do mesmo site como também para outro site."
Após a leitura do conceito de hipertexto, pode-se afirmar que convém se denominar hipertexto, todo e qualquer documento (texto, imagem e som) disponível na rede mundial de comunicação que se conecta a outro por meio de links e, que permite uma leitura não linear.
NAVEGAÇÃO EM HIPERTEXTO
Ao acessar o site do Portal do Professor naveguei livremente pelas diversas opções disponível sendo a primeira delas Sugestões de Aula, na oportunidade li a aula “Funções da linguagem na construção textual”, da professora Giuliana Ribeiro Carvalho e de coautoria da professora Aparecida Clemilda Porto.
A impressão primeira é de que a internet é um espaço livre onde você pode navegar à vontade em busca de novos horizontes que satisfaçam a sua curiosidade.
As diferenças percebidas se referem basicamente à sensação de liberdade atingida, pois as informações adquiridas ao longo da navegação nos dão a possibilidade de reorientar a nossa aprendizagem e, uma vez tendo alcançado esse novo conhecimento, vislumbra-se a necessidade de transmitir essa aprendizagem à prática docente.
Não me perdi durante a navegação, porque já tinha usado desse site em oportunidades anteriores, então se torna fácil, por ser um ambiente já familiar. O ganho nesse tipo de atividade consiste especialmente na aquisição de maiores descobertas e sem restrições ao comando de uma leitura linear, ganho só conseguido pela liberdade funcional permitida no uso dos hipertextos.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
TECNOLOGIA NA SOCIEDADE, NA VIDA E NA ESCOLA
A modernidade trouxe consigo a disseminação das tecnologias, especialmente nas últimas décadas do século XX e no primeiro decênio do século XXI ocasionando mudanças no mercado de trabalho, nas residências e também na escola. Isso porque o modelo vigente implica numa nova postura da sociedade.
Essa nova dimensão atingida se deve à rapidez com que as informações são veiculadas com o uso e popularização da Informática e a influência que essa exerce sobre a vida social. Nem mesmo a escola permaneceu inerte a tais mudanças, uma vez que ela é também um microcosmo social. O certo é que as mudanças produzidas no contexto social resultaram em novos desafios para o sistema educacional – a autonomia do aluno e a formação de professores.
Diante dessas mudanças o desafio da construção da autonomia do aluno como sujeito da aprendizagem consiste em oportunizar ao aluno o uso das tecnologias na escola para a aquisição de uma melhor aprendizagem. O uso das tecnologias possibilita ao aluno uma maior reflexão sobre a construção desse produto – a aprendizagem.
O desafio da formação de professores se dá especialmente na construção de um novo profissional capaz de compreender e usar na prática docente a abordagem crítico-social dos conteúdos. Desse modo incorpora-se um novo perfil e identidade do professor que usa das tecnologias como recurso didático e ainda faz uso da metodologia de projetos como forma de alcançar a aprendizagem e autonomia dos alunos.
Essa nova dimensão atingida se deve à rapidez com que as informações são veiculadas com o uso e popularização da Informática e a influência que essa exerce sobre a vida social. Nem mesmo a escola permaneceu inerte a tais mudanças, uma vez que ela é também um microcosmo social. O certo é que as mudanças produzidas no contexto social resultaram em novos desafios para o sistema educacional – a autonomia do aluno e a formação de professores.
Diante dessas mudanças o desafio da construção da autonomia do aluno como sujeito da aprendizagem consiste em oportunizar ao aluno o uso das tecnologias na escola para a aquisição de uma melhor aprendizagem. O uso das tecnologias possibilita ao aluno uma maior reflexão sobre a construção desse produto – a aprendizagem.
O desafio da formação de professores se dá especialmente na construção de um novo profissional capaz de compreender e usar na prática docente a abordagem crítico-social dos conteúdos. Desse modo incorpora-se um novo perfil e identidade do professor que usa das tecnologias como recurso didático e ainda faz uso da metodologia de projetos como forma de alcançar a aprendizagem e autonomia dos alunos.
TECNOLOGIAS NA MINHA ESCOLA
ANÁLISE DO USO DAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA
IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA
Escola: Centro de Ensino Estado do Ceará
Número de docentes da escola: 64
Número de docentes entrevistados: 10
TECNOLOGIAS POTENCIALIZADORAS
As tecnologias potencializam o ensino e a aprendizagem, por isso ganharam espaço nas escolas. De acordo com as entrevistas realizadas notou-se que a tecnologia mais utilizada é o texto impresso (80%), seguido pelas apresentações multimídia (10%), vídeos (5%), áudio (3%) e hipertextos (2%). As demais tecnologias mencionadas não foram citadas. Isso se deve ao não uso das mesmas, devido ao fato de os professores não saberem utilizá-las e/ou não terem mídias suficientes para o atendimento à demanda da escola, pois em funcionamento só tem 01 data-show para ser usado em 12 salas de aula.
POSTURA DOS ALUNOS
A postura dos alunos não chega a cumprir o papel de torná-los seres autônomos, pois a maioria se comporta apenas como ser passivo diante das tecnologias disponíveis.
TECNOLOGIAS POTENCIALIZADORAS DA INTERAÇÃO
As tecnologias potencializadoras da interação não são utilizadas eficazmente no CE Estado do Ceará, por falta de estratégias e conhecimento dos professores sobre o uso das mesmas, além da pouca oferta de tecnologias para a demanda da escola.
REFERÊNCIA
TECNOLOGIA NA ESCOLA. Disponível em
Acesso em 28.mar.2012. Ás 21 horas.
IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA
Escola: Centro de Ensino Estado do Ceará
Número de docentes da escola: 64
Número de docentes entrevistados: 10
TECNOLOGIAS POTENCIALIZADORAS
As tecnologias potencializam o ensino e a aprendizagem, por isso ganharam espaço nas escolas. De acordo com as entrevistas realizadas notou-se que a tecnologia mais utilizada é o texto impresso (80%), seguido pelas apresentações multimídia (10%), vídeos (5%), áudio (3%) e hipertextos (2%). As demais tecnologias mencionadas não foram citadas. Isso se deve ao não uso das mesmas, devido ao fato de os professores não saberem utilizá-las e/ou não terem mídias suficientes para o atendimento à demanda da escola, pois em funcionamento só tem 01 data-show para ser usado em 12 salas de aula.
POSTURA DOS ALUNOS
A postura dos alunos não chega a cumprir o papel de torná-los seres autônomos, pois a maioria se comporta apenas como ser passivo diante das tecnologias disponíveis.
TECNOLOGIAS POTENCIALIZADORAS DA INTERAÇÃO
As tecnologias potencializadoras da interação não são utilizadas eficazmente no CE Estado do Ceará, por falta de estratégias e conhecimento dos professores sobre o uso das mesmas, além da pouca oferta de tecnologias para a demanda da escola.
REFERÊNCIA
TECNOLOGIA NA ESCOLA. Disponível em
EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA
O vídeo sobre “Educação e Tecnologia”, a que assistir é do professor Ladislau Dowbor, ele nos traz duas teses interessantes na mediação da educação pelas tecnologias como forma de possibilitar a interação entre os indivíduos: uma escola menos lecionadora e o volume exorbitante de informações. A educação mediada pelas tecnologias é uma exigência das sociedades contemporâneas, uma vez que em 92% dos lares se convive com a presença da televisão e até mesmo as empresas já buscam a mediação das tecnologias na requalificação dos seus funcionários. Daí, o surgimento da oferta de novos cursos e a demanda da sociedade pelos mesmos. Além disso, a mudança do modelo de escola, que deixa de ser transmissora do conhecimento e passa a mediar à construção do conhecimento para que o indivíduo se torne um ser autônomo. Portanto, deve-se primar pela interação, onde todos possam ser sujeitos e objetos na aquisição de saberes e práticas.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
VISÃO DA PRÁTICA DOCENTE
Ser professor hoje é uma atitude antitética vislumbra-se o futuro, porém são usadas práticas tradicionais, presenciam-se as tecnologias e permanece-se aprisionado ao quadro e giz. Atribui-se ao docente a missão redentora de oportunizar o ensino e a aprendizagem a quem necessita, mas não são oportunizadas as condições necessárias para tal. E, ainda se convive com um quadro de mazelas sociais que não apresentam uma sinalização de resolução.
Cabe ao professor hoje dominar os conteúdos de sua área; entender os estilos de aprendizagem dos alunos; saber ensinar, criando situações que levem o aluno a encontrar sentido para aquilo que está aprendendo; conhecer e saber usar as tecnologias disponíveis no sistema escolar; entender as implicações do uso das tecnologias e mídias nos processos de ensino e aprendizagem. Essas são exigências legais para o docente de hoje.
Todavia, nota-se que elas não se concretizam, uma vez que muitos professores apresentam resistência ao uso das mídias e tecnologias e ainda o acompanhamento do desenvolvimento de todos os alunos fica prejudicado devido à superlotação das salas de aula e à carga excessiva de trabalho dos primeiros.
Mesmo sendo lugar – comum, diante do panorama atual me pergunto quase todos os dias quem sou eu como professor? O que fazer para contribuir com a satisfação das necessidades de aprendizagem dos meus alunos? Os recursos utilizados nas minhas aulas possibilitam a tão sonhada autonomia dos discentes como idealizada por teóricos com uma realidade distante da minha? Isto, porque certamente eles não convivem com alunos adolescentes que trabalham pra ajudar no sustento familiar, pois os pais sobrevivem apenas de “bicos” e dos famigerados benefícios sociais. Mesmo na sua pouca idade convivem com as drogas ilícitas no seu entorno e/ou são usuários, vítimas do preconceito racial ou da homofobia, vítimas da exploração sexual como forma de manter a sua sustentabilidade.
Pode ser afirmado que procuro cumprir às exigências legais – do domínio de conteúdo ao uso das tecnologias e mídias disponíveis – sempre que posso estou em busca de qualificação e sou esperançoso de que um dia irei conseguir ser um profissional melhor. Logo, não posso pensar em ser um professor ideal se não pensar na mudança dos alunos que tenho, ajudando-os na transformação de seres reais em ideais.
Cabe ao professor hoje dominar os conteúdos de sua área; entender os estilos de aprendizagem dos alunos; saber ensinar, criando situações que levem o aluno a encontrar sentido para aquilo que está aprendendo; conhecer e saber usar as tecnologias disponíveis no sistema escolar; entender as implicações do uso das tecnologias e mídias nos processos de ensino e aprendizagem. Essas são exigências legais para o docente de hoje.
Todavia, nota-se que elas não se concretizam, uma vez que muitos professores apresentam resistência ao uso das mídias e tecnologias e ainda o acompanhamento do desenvolvimento de todos os alunos fica prejudicado devido à superlotação das salas de aula e à carga excessiva de trabalho dos primeiros.
Mesmo sendo lugar – comum, diante do panorama atual me pergunto quase todos os dias quem sou eu como professor? O que fazer para contribuir com a satisfação das necessidades de aprendizagem dos meus alunos? Os recursos utilizados nas minhas aulas possibilitam a tão sonhada autonomia dos discentes como idealizada por teóricos com uma realidade distante da minha? Isto, porque certamente eles não convivem com alunos adolescentes que trabalham pra ajudar no sustento familiar, pois os pais sobrevivem apenas de “bicos” e dos famigerados benefícios sociais. Mesmo na sua pouca idade convivem com as drogas ilícitas no seu entorno e/ou são usuários, vítimas do preconceito racial ou da homofobia, vítimas da exploração sexual como forma de manter a sua sustentabilidade.
Pode ser afirmado que procuro cumprir às exigências legais – do domínio de conteúdo ao uso das tecnologias e mídias disponíveis – sempre que posso estou em busca de qualificação e sou esperançoso de que um dia irei conseguir ser um profissional melhor. Logo, não posso pensar em ser um professor ideal se não pensar na mudança dos alunos que tenho, ajudando-os na transformação de seres reais em ideais.
QUADRO E GIZ, ATÉ QUANDO?
A história da educação aponta numa perspectiva diacrônica a sinalização de diversos instrumentos necessários à práxis educativa. Nessa, citam-se as tecnologias da informação e comunicação, porém ainda presenciamos práticas semelhantes às apresentadas nas páginas amareladas de livros de edições já gastas com a ação temporal.
Desde a década de 1980, conforme a professora Maria Elizabeth Bianconcini Almeida há uma preocupação com a formação de docentes para que esses incorporem às suas ações em sala de aula o uso das tecnologias. Considerando a fala da autora nota-se que existe uma contradição entre o real e o ideal, pois em muitas escolas ainda não são vistas com efetividade ações voltadas para o uso das tecnologias. Mesmo que se viva numa sociedade informatizada muitos docentes ainda não fazem uso delas, por exemplo, a resistência quanto à informatização dos diários escolares e o não uso cotidiano dos laboratórios de informática das escolas públicas estaduais pelos professores e alunos.
O fato de parte dos docentes resistirem à presença das tecnologias na escola está no mito de que elas vieram para tomar o espaço ocupado pelo homem. Na contramão a essa defasada opinião, pode-se afirmar que o uso das tecnologias possibilita uma melhor aprendizagem dos alunos, não cabendo mais a crença na ideia de que inovar não é preciso. No início do século XX, Fernando Pessoa, modernista português, dizia em um dos seus clássicos poemas que “Navegar é preciso, viver não é preciso”. Sendo essa acepção em tempos de internet mais afirmativa e precisa que antes.
Portanto, os tempos mudaram, dividindo opiniões, pois de um lado pode-se afirmar que quadro e giz são recursos que limitam a potencialidade dos alunos que anseiam por criar, por inovar, viver o seu tempo e não reduzidos a uma capacidade néscia por medo da inovação. Do outro que o uso desses recursos depende obrigatoriamente de um planejamento adequado dos docentes para a otimização da aprendizagem. Nesse sentido, capacitar-se é palavra de ordem para a construção de mentes ativas e brilhantes, sem medos e arcaísmos reducionistas.
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Tecnologias trazem o mundo para a escola. Disponível em. Acesso em 23.mar.2012, às 17h e 20min.
TECNOLOGIA NA SOCIEDADE, NA VIDA E NA ESCOLA. Disponível em < http://eproinfo.mec.gov.br/webfolio/Mod86886/unidade%201/pg1.html>. Acesso em 23.mar.2012, às 17h e 45min.
TORRALVO, Izeti Fragata; MINCHILLO, Carlos Cortez. Linguagem em movimento: Língua Portuguesa. 1. ed. Vol. I. São Paulo: FTD, 2010.
Desde a década de 1980, conforme a professora Maria Elizabeth Bianconcini Almeida há uma preocupação com a formação de docentes para que esses incorporem às suas ações em sala de aula o uso das tecnologias. Considerando a fala da autora nota-se que existe uma contradição entre o real e o ideal, pois em muitas escolas ainda não são vistas com efetividade ações voltadas para o uso das tecnologias. Mesmo que se viva numa sociedade informatizada muitos docentes ainda não fazem uso delas, por exemplo, a resistência quanto à informatização dos diários escolares e o não uso cotidiano dos laboratórios de informática das escolas públicas estaduais pelos professores e alunos.
O fato de parte dos docentes resistirem à presença das tecnologias na escola está no mito de que elas vieram para tomar o espaço ocupado pelo homem. Na contramão a essa defasada opinião, pode-se afirmar que o uso das tecnologias possibilita uma melhor aprendizagem dos alunos, não cabendo mais a crença na ideia de que inovar não é preciso. No início do século XX, Fernando Pessoa, modernista português, dizia em um dos seus clássicos poemas que “Navegar é preciso, viver não é preciso”. Sendo essa acepção em tempos de internet mais afirmativa e precisa que antes.
Portanto, os tempos mudaram, dividindo opiniões, pois de um lado pode-se afirmar que quadro e giz são recursos que limitam a potencialidade dos alunos que anseiam por criar, por inovar, viver o seu tempo e não reduzidos a uma capacidade néscia por medo da inovação. Do outro que o uso desses recursos depende obrigatoriamente de um planejamento adequado dos docentes para a otimização da aprendizagem. Nesse sentido, capacitar-se é palavra de ordem para a construção de mentes ativas e brilhantes, sem medos e arcaísmos reducionistas.
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Tecnologias trazem o mundo para a escola. Disponível em
TECNOLOGIA NA SOCIEDADE, NA VIDA E NA ESCOLA. Disponível em < http://eproinfo.mec.gov.br/webfolio/Mod86886/unidade%201/pg1.html>. Acesso em 23.mar.2012, às 17h e 45min.
TORRALVO, Izeti Fragata; MINCHILLO, Carlos Cortez. Linguagem em movimento: Língua Portuguesa. 1. ed. Vol. I. São Paulo: FTD, 2010.
Para escrever é preciso...
Para redigir um bom texto não é condição necessária ser um grande escritor, basta que você se disponha a escrever uma letra de cada vez. Conte suas histórias e experiências, transforme o que você vivenciou em ficção e assim viverá melhor.
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