Ser professor hoje é uma atitude antitética vislumbra-se o futuro, porém são usadas práticas tradicionais, presenciam-se as tecnologias e permanece-se aprisionado ao quadro e giz. Atribui-se ao docente a missão redentora de oportunizar o ensino e a aprendizagem a quem necessita, mas não são oportunizadas as condições necessárias para tal. E, ainda se convive com um quadro de mazelas sociais que não apresentam uma sinalização de resolução.
Cabe ao professor hoje dominar os conteúdos de sua área; entender os estilos de aprendizagem dos alunos; saber ensinar, criando situações que levem o aluno a encontrar sentido para aquilo que está aprendendo; conhecer e saber usar as tecnologias disponíveis no sistema escolar; entender as implicações do uso das tecnologias e mídias nos processos de ensino e aprendizagem. Essas são exigências legais para o docente de hoje.
Todavia, nota-se que elas não se concretizam, uma vez que muitos professores apresentam resistência ao uso das mídias e tecnologias e ainda o acompanhamento do desenvolvimento de todos os alunos fica prejudicado devido à superlotação das salas de aula e à carga excessiva de trabalho dos primeiros.
Mesmo sendo lugar – comum, diante do panorama atual me pergunto quase todos os dias quem sou eu como professor? O que fazer para contribuir com a satisfação das necessidades de aprendizagem dos meus alunos? Os recursos utilizados nas minhas aulas possibilitam a tão sonhada autonomia dos discentes como idealizada por teóricos com uma realidade distante da minha? Isto, porque certamente eles não convivem com alunos adolescentes que trabalham pra ajudar no sustento familiar, pois os pais sobrevivem apenas de “bicos” e dos famigerados benefícios sociais. Mesmo na sua pouca idade convivem com as drogas ilícitas no seu entorno e/ou são usuários, vítimas do preconceito racial ou da homofobia, vítimas da exploração sexual como forma de manter a sua sustentabilidade.
Pode ser afirmado que procuro cumprir às exigências legais – do domínio de conteúdo ao uso das tecnologias e mídias disponíveis – sempre que posso estou em busca de qualificação e sou esperançoso de que um dia irei conseguir ser um profissional melhor. Logo, não posso pensar em ser um professor ideal se não pensar na mudança dos alunos que tenho, ajudando-os na transformação de seres reais em ideais.
Cabe ao professor hoje dominar os conteúdos de sua área; entender os estilos de aprendizagem dos alunos; saber ensinar, criando situações que levem o aluno a encontrar sentido para aquilo que está aprendendo; conhecer e saber usar as tecnologias disponíveis no sistema escolar; entender as implicações do uso das tecnologias e mídias nos processos de ensino e aprendizagem. Essas são exigências legais para o docente de hoje.
Todavia, nota-se que elas não se concretizam, uma vez que muitos professores apresentam resistência ao uso das mídias e tecnologias e ainda o acompanhamento do desenvolvimento de todos os alunos fica prejudicado devido à superlotação das salas de aula e à carga excessiva de trabalho dos primeiros.
Mesmo sendo lugar – comum, diante do panorama atual me pergunto quase todos os dias quem sou eu como professor? O que fazer para contribuir com a satisfação das necessidades de aprendizagem dos meus alunos? Os recursos utilizados nas minhas aulas possibilitam a tão sonhada autonomia dos discentes como idealizada por teóricos com uma realidade distante da minha? Isto, porque certamente eles não convivem com alunos adolescentes que trabalham pra ajudar no sustento familiar, pois os pais sobrevivem apenas de “bicos” e dos famigerados benefícios sociais. Mesmo na sua pouca idade convivem com as drogas ilícitas no seu entorno e/ou são usuários, vítimas do preconceito racial ou da homofobia, vítimas da exploração sexual como forma de manter a sua sustentabilidade.
Pode ser afirmado que procuro cumprir às exigências legais – do domínio de conteúdo ao uso das tecnologias e mídias disponíveis – sempre que posso estou em busca de qualificação e sou esperançoso de que um dia irei conseguir ser um profissional melhor. Logo, não posso pensar em ser um professor ideal se não pensar na mudança dos alunos que tenho, ajudando-os na transformação de seres reais em ideais.
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